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Pode não ser o ideal, mas o combate ao crime é constante

Costuma-se criticar a polícia, cobrando mais a sua presença nas ruas. Tem que cobrar mesmo. Cobrei várias vezes. Mas tem de se reconhecer quando as ações dão certo. Quando o serviço de inteligência funciona. As dezenas de prisões dos últimos dias de membros de facções, armas, drogas e até daquela figura que tocou o terror na rede social incentivando a queima de ônibus, mostram que o sistema policial está presente no combate ao crime. O secretário de Segurança, Emylson Farias, se tem uma coisa da qual não pode ser acusado é de ser omisso. E não é covarde. A sua ação de instalar um bloqueador de sinal de celular na penitenciária – só seis Estados instalaram o sistema – quebrando o círculo de comunicação entre os grupos criminosos, prova que não recua no enfrentamento. Não é o ideal. Não é, claro! Enquanto tivermos uma fronteira aberta as armas continuarão entrando e as drogas também. Dados mostram que a droga é a mola mestre do crime. O que custaria às forças militares federais instalar postos de controle nos municípios fronteiriços com o Peru e Bolívia? O Estado está fazendo a sua parte. E o Governo Federal tem de cumprir a Constituição Federal e fazer o seu lado, fiscalizando as fronteiras. Se isso tivesse acontecendo seria um entrave maior aos crimes. Mas, não culpem só o Temer, mas também o Lula, FHC, Dilma e etc, nenhum teve esta preocupação com as fronteiras. Todos os ex-presidentes, neste ponto


Não cabe mais discussão
Sobre a “Peixes da Amazônia”, não cabe mais discussão. É a indústria fazer a correção sanitária para evitar a contaminação de novos lotes de pescado pela bactéria salmonela, continuar a sua operação e ponto final.


Acertou em cheio
Foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para tirar o senador Gladson Cameli (PP)  do foco do tiroteio entre aliados sobre a escolha de quem será o vice na sua chapa para o governo, a decisão puxada pelo seu partido de só abrir discussão em 2018. 


Que é isso, JV?
O senador Jorge Viana (PT) fez um discurso ao estilo da ala mais radical do partido, o que não é a sua praia política, ao criticar a privatização da Eletrobrás e classificar como um crime de “lesa pátria”. É não JV, isso é modernidade, é reduzir o tamanho do Estado, é remar contra o atraso.


Um Estado perdulário é atraso
Não podemos mais ficar com o Estado perdulário, centralizador, que não incentiva a ação e o crescimento da iniciativa privada. A privatização do serviço de telefonia mostra que o sistema melhorou muito. Se continuasse na mão do Estado estaria pior. A teoria do Estado é dono de tudo nos remete ao velho modelo da Albânia e dos países da cortina de ferro, que ruíram.


Uma administração para se espelhar
As informações que se tem de fontes sérias é que o prefeito de Acrelândia, Ederaldo Caetano (PSB), faz uma administração exemplar, aprovada até pelos adversários. Só tem seis secretários, que em questão salarial são cinco, já que uma secretaria é ocupada pelo vice-prefeito. Pegou a cidade arrasada, recuperou o maquinário, os ramais, e paga os servidores sem atraso.


Fim da caveira de burro
E o mais importante disso tudo é que administra sem um tostão do governo, com o que tem em caixa. Alguém, enfim, conseguiu desenterrar a caveira de burro de Acrelândia.


Festa do DEM
O DEM faz hoje a sua festa de filiação oficial do deputado federal Alan Rick (DEM), com a presença do dirigente nacional, senador Agripino Maia (DEM). O DEM tem como a sua figura principal o ex-prefeito de Acrelândia, Tião Bocalon. O partido briga para indicar o vice na chapa ao governo da oposição. Mas essa discussão foi empurrada pelo PP e aliados para 2018.


Não deu certo
O DEM esperava já nesta sexta-feira que o deputado federal Alan Rick (DEM) fosse anunciado como candidato escolhido para ser o vice da chapa majoritária da oposição. Foi brecado pelos aliados. O PSDB também já disse que caberá à sigla apontar a vice da oposição.


Eis a questão
A luta do ex-prefeito Tião Bocalon (DEM) para empurrar o deputado federal Alan Rick (DEM) para ser o vice na chapa da oposição ao governo tem uma meta política clara, a de ser o único candidato a deputado federal do partido. Sabe que não pode mais continuar sem mandato.


Fora da discussão
O senador Sérgio Petecão (PSD) se nega a entrar na discussão da escolha do nome do vice na chapa da oposição ao governo. Acha que o assunto diz mais a respeito ao senador Gladson Cameli (PP) e ao deputado federal Major Rocha (PSDB). Sua preocupação é a reeleição.


Coisa do outro mundo
O deputado Daniel Zen (PT) tentou levar o debate da liberação da maconha para o campo da saúde pública. Foi bombardeado por interpretações politiqueiras da sua fala. O Ministro do STF, Luiz Barroso, também defende a legalização, não é do PT e muito menos maconheiro.


Emendando uma na outra
Enquanto abril não chega o prefeito Marcus Alexandre vai emendando a inauguração de uma obra atrás da outra. Na bica das inaugurações está a quadra poliesportiva do Residencial Santa Cruz, na região da Apolônio Sales, previsto para acontecer em novembro.


Não se briga com os fatos
Vai deixar a prefeitura em abril com um saldo altamente positivo de realizações. E na próxima eleição de governador dificilmente deixará de ser o mais votado em Rio Branco. Óbvio!


Fechando o ciclo
A FPA fecha o seu ciclo político de debates com suas quatro pré-candidaturas ao governo: Daniel Zen (PT), Marcus Alexandre (PT), Emylson Farias (PT) e Nazaré Araújo (PT), neste sábado, com uma plenária em Feijó. O candidato ao governo será lançado oficialmente até o final de setembro e deverá ser o prefeito Marcus Alexandre. Não há nenhuma dúvida disso.


Movimentou a FPA
Foi uma jogada política certa a do governador Tião Viana em lançar quatro pré-candidatos ao governo, porque movimentou a aliança e o debate não deixará nenhum resquício de racha.


Uma prefeita sem rancor
A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, é uma petista moderna, que não integra a ala dos rançosos e rancorosos do seu partido. Dialoga com os adversários quando é para conseguir ajuda ao município. Pegou uma prefeitura arrasada. E já mostrou sua cara. A cidade não é mais aquela terra arrasada. Tem ao seu favor também não ter inchado a máquina municipal.


Muito preocupante
Ontem conversei com um amigo que veio de Cruzeiro do Sul pela BR-364, que está fora das questões políticas. Acha que se não houver uma ação célere do DNIT, o trecho entre Tarauacá-Cruzeiro do Sul ficará intrafegável no pique do inverno. Não é o primeiro a falar isso.


Não disputa a reeleição
A bancada federal independente de partido deveria em junta ao presidente Temer pedir recursos para obras na BR-364, entre Tarauacá e Cruzeiro do Sul, que tende a ser o mais crítico no inverno. O Temer não está nem aí para desgaste porque não será candidato á reeleição.


Cofre fechado
O Temer está preocupado com a economia. Precisa de votos para aprovar as reformas no Congresso. O que dificulta a vinda destes recursos é que praticamente tem contado com dois votos da bancada acreana, Flaviano Melo e Jéssica Sales, Gladson Cameli e Sérgio Petecão que fica sem poder de pressão. Contra o Temer tem seis deputados federais e um senador.


Não sei a que veio
Não sei a que veio até hoje a chamada “zona azul”, implantada pelo prefeito Marcus Alexandre. Não vejo em que melhorou o estacionamento da cidade. Gostaria de ver os números da RBTRANS, em que foi positiva. Quem alguém lucra, eu sei: a empresa que gere o serviço. Pode ser que seja convencido do contrário, no momento, acho que nada mudou.


Ninguém é favorito na disputa do governo
Alguns setores da oposição raciocinam como se já tivessem ganhado a eleição para o governo. Os mais lúcidos têm os pés no chão e reconhecem que será uma eleição, dura mesmo a oposição tendo um candidato altamente competitivo. A eleição do próximo ano será duríssima. Em política não há o invencível. O governo do PT tem os seus desgastes, mas não está morto, especificamente, aqui no Acre. Se enfrentar um governo que tem uma máquina com uma legião de cargos comissionados, que sabe fazer política, não é fácil. Foi derrotado nas duas últimas décadas apenas uma vez pela oposição, quando esta criou o movimento MDA, que chegou à prefeitura da Capital com Flaviano Melo (PMDB). As restantes das disputas a FPA ganhou todas. Mas nem por isso é favorita, também. Será uma eleição decidida nos detalhes. 


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