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Acre

Repórter do Fantástico, da Rede Globo, deve entrevistar Bruno Borges em Rio Branco

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A família de Bruno Borges não deu entrevista a nenhum veículo de imprensa local desde o desaparecimento do jovem estudante. Apenas uma equipe do programa Fantástico conseguiu falar com amigos e familiares de Bruno. Quem conduziu a matéria foi o repórter da Rede Amazônica Acre, Jefson Dourando, que à época comandava o jornalismo da afiliada.

Desde a manhã de sexta-feira, dia 11, quando Bruno resolveu voltar para o átrio de casa, os rumores são semelhantes: apenas a Globo vai conversar com o jovem que, até agora, não foi visto por ninguém senão um dos amigos e os próprios familiares. Foi até tirado de casa para evitar exposição pública e desgaste da imagem dele.

Segundo apurou o ac24horas, os jornalistas da Rede Amazônica Acre (TV Acre) ficaram surpresos ao receber um telefonema dando conta que um repórter da rede de tevê carioca estaria sendo destacado para assumir os trabalhos em solo acreano. Isso implica, claro, em dizer que nenhum repórter da afiliada global no Acre vai entrevistar o rapaz.

A pergunta é: será que Bruno Borges só falará aos veículos de grande alcance, ou vai explicar os motivos pelos quais ele resolveu voltar e tomar de volta o lugar que era seu em casa? Aliás, depois de a própria família tornar pública a história de Bruno, por que não querem conversar com a imprensa?

Desaparecimento x Rendimento

Bruno Borges supostamente não teria dado notícia desde 27 de março, quando desapareceu e deixou a família com os nervos à flor da pele. O amigo dele, Marcelo Ferreira, de 25 anos, acabou preso por ter testemunhado falsamente à polícia enquanto o sumiço do amigo ainda era uma incógnita às autoridades investigativas.

O primeiro livro de Bruno Borges, que renderia, segundo a polícia, lucro para ele e o amigo Marcelo, já foi lançado – é o primeiro da série TAC – Teoria da Absorção do Conhecimento. Em poucos dias, rendeu o primeiro lugar no ranking dos mais procurados e, antes mesmo do lançamento oficial, já estava com mais de 14 mil exemplares reservados.

Na série, Borges revela uma metodologia capaz de potencializar a absorção e a criação de novos conhecimentos. O acreano também propõe uma série de práticas e mecanismos que podem levar o indivíduo a multiplicar seus conhecimentos. O livro tem uma visão dialética clássica, porém, propõe uma metodologia completamente inovadora na forma de explicá-la.

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Acre

TJ determina reintegração imediata de servidores da saúde até análise do mérito

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Até o momento em torno de 43 liminares foram deferidas pelo Juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco, determinando a reintegração imediata de servidores temporários. O Juízo tem concedido as liminares em favor dos contratados, que já atuavam há mais de 10 anos no Estado. Eles estão sendo exonerados em virtude da Recomendação nº 001/2007, da 2ª Promotoria Especializada de Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC).

Em janeiro deste ano, o Órgão Ministerial entregou o documento ao Estado do Acre solicitando a demissão de 380 servidores admitidos sem concurso público, contratados de forma temporária entre os anos de 1995 a 2008, que trabalhavam em diversas secretárias e autarquias estaduais, mas a maioria atuava na Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O MPAC aponta que esses servidores estariam atuando de forma irregular, já que muitos contratos temporários extrapolaram o prazo de 12 meses.

Por isso, alguns desses servidores entraram com pedido de antecipação de tutela junto à Justiça Acreana, pedindo a suspensão do Processo Administrativo Disciplinar instaurado contra eles, especialmente, aqueles contratados que prestaram serviços por anos, estando perto de se aposentar. Como o caso de uma enfermeira, que contou no Processo n°0711276-87.2017.8.01.0001 ter desempenhado suas funções junto a Sesacre por 22 anos.

Ao deferir a liminar em favor da enfermeira, o juiz de Direito Anastácio Menezes, titular da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco, observou que a servidora atuou por vários anos, portanto, existe uma “aparente decadência no direito de revisão dos atos administrativos”. Assim, até que seja julgado o mérito do Processo, o Estado do Acre deverá reintegrá-la ao quadro, sob pena de multa no valor de R$ 5 mil.

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Acre

Trabalhadores de Marechal Thaumaturgo recebem conta de luz de até R$ 9 mil

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Dezenas de moradores de comunidades da zona rural de Marechal Thaumaturgo receberam, nos últimos dois meses, boletos relativos ao consumo de energia elétrica no âmbito do programa Luz Para Todos, cujos valores chegam a inacreditáveis R$ 9 mil. A denúncia foi repassada à reportagem pelo vereador Átilon Pinheiro (PSD). Segundo ele, a reclamação é geral nas comunidades do Baixo Juruá, Rio Amonia, Rio Tejo e Alto Juruá, todas beneficiadas pelo programa Luz Para Todos.

Consultada, a representante da Eletrobras-Acre no município teria dito que a exorbitância dos valores é retroativa ao período de implantação do programa. Átilon, porém, desconfia dessa versão.

“Como o governo federal quer privatizar a Eletroacre, eles querem acabar com o Luz Para Todos, porque isso iria facilitar a venda da empresa”, argumenta.

Maria da Silva Lebre é uma das prejudicadas. No mês passado, ela recebeu um talão no valor de R$ 3.549,73. E assegura ter em sua casa apenas geladeira, aparelho de TV e duas lâmpadas. Em julho, o valor cobrado foi R$ 309,15, bem acima do que costumava pagar pelo uso da energia elétrica – uma média de R$ 15 mensais.

De acordo com o vereador Átilon Pinheiro, na Vila Triunfo, na região do Baixo Juruá, mais de 15 pessoas fazem reclamações semelhantes. Alguns afirmaram a ele ter recebido talões de luz que variam entre R$ 6 mil e R$ 9 mil.

“Estou visitando as comunidades pra colher informações sobre esse absurdo. Minha intenção, além de denunciar publicamente a Eletroacre, é recorrer ao Ministério Público do Estado contra esse tipo de abuso”, concluiu o vereador.

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Acre

Índios invadem delegacia para liberar preso e agente atira com submetralhadora

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A falta de agentes e um delegado na cidade de Assis Brasil, localizada no extremo norte do estado do Acre, por pouco não acaba em tragédia neste final de semana, quando um grupo de índios tentou invadir a delegacia após prisão de um dos parentes.

Após se envolver em uma briga, o jovem Gilmar Batista da Silva Manchineri, o “Pistola”, foi detido por uma guarnição da Polícia Militar e entregue na delegacia. Percebido que já havia um mandado de prisão contra ele, o delegado deu voz de prisão. Foi quando amigos e parentes do Manchineri passaram a fazer ameaças de invadir o prédio para libertar o preso.

Quando o preso estava sendo transferido para Brasiléia, os indígenas iniciaram uma invasão ao prédio da delegacia, momento em que um agente de polícia disparou para cima utilizando uma submetralhadora. Os tiros assustaram os índios, que recuaram. As informações são do site O Alto Acre, que fez contato com a Secretaria da Polícia Civil (SEPC).

Fonte: O Alto Acre

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