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Jorge Viana: “O senador Gladson Cameli não é imbatível”

O senador Jorge Viana (PT) disse ontem no programa “Tribuna Livre”, da TV-RIO BRANCO, que irá ao ar hoje à noite que, a eleição para o governo será muito disputada, considera a candidatura do senador Gladson Cameli (PP) “forte”, mas que é reconhecido até dentro da oposição que o candidato do PP “não é nenhuma BRASTEMP”, alusão ao dizer que, ele não é o favorito disparado da disputa da Casa Rosada ou imbatível. E que por isso pode ser derrotado. Jorge manifestou-se claramente a favor da candidatura do prefeito Marcus Alexandre (PT) para governador. Sobre o Senado da República falou que será muito difícil o PT fazer os dois candidatos, mesmo sendo ambos competitivos. Mas reconhece que esta chance do PT de eleger dois senadores, só passa a existir, no momento em que a oposição sair com mais de duas opções. Dentro da oposição, Jorge Viana (foto), considera ser a candidatura do senador Sérgio Petecão (PSD) muito bem estruturada e com peso eleitoral para buscar a reeleição, mesmo não tendo a força da primeira eleição. “É uma candidatura a ser respeitada”, destacou sobre Petecão. Jorge Viana defende o “Distritão”, onde se elegem os mais votados, como uma saída imediata para mudar o atual sistema eleitoral. E criticou a judicialização da política.


Sistema que deu certo
Para o senador Jorge Viana, o fato da FPA ter lançado quatro candidatos ao governo foi um modelo que deu certo, porque não foi criado um clima de rivalidade, mas de um debate que oxigena a aliança. Acha que o candidato que for o escolhido sairá fortalecido do processo..


Não tem essa de já ganhou
Jorge Viana condenou o clima de “já ganhou” e defende que o PT e os seus aliados façam uma campanha com os pés no chão. Na sua avaliação, o momento difícil em que vive o governo do presidente Temer poderá ter uma influência negativa nos candidatos majoritários da oposição.


Pedrinho de volta
O ex-vereador Pedrinho Oliveira está de volta na política e será candidato a deputado estadual pelo PSD. Não apostem muito contra. A família Oliveira – leia-se Sérgio Petecão, Lene Petecão e companhia limitada– na hora da onça beber água estarão juntos e descarregando votos no Pedrinho. Não duvidem. Com um grito: os Oliveiras, se juntam do mesmo lado.


Namoro antigo
Já na campanha para governador Márcio Bittar (PSDB) tinha prometido ao deputado federal Flaviano Melo (PMDB) que, se ganhasse se filiaria ao PMDB. Depois da campanha o convite foi feito por Flaviano Melo e recusado por Bittar. Há quatro meses o convite foi reiterado pelo ex-prefeito Vagner Sales (PMDB), já que estava numa briga por espaços no PSDB. O convite atual foi intermediado pelo senador Gladson Cameli (PP), com base nos convites anteriores recebidos por Bittar. Márcio já foi deputado pelo PMDB. Filiar-se será questão de tempo.


Mudança confirmada
Ontem, Bittar, que já foi deputado pelo PMDB não negou a sua intenção de entrar no PMDB, mas ressalvou que, não pode ser impondo como garantia da sua filiação ser candidato ao Senado, indo como mais um soldado. O deputado federal Flaviano Melo avaliza a filiação de Bittar, mas não lhe dá a garantia de ser o candidato a senador do partido. “Ele terá que se entender, neste ponto, com o Vagner Sales”, disparou Flaviano, tirando o abacaxi do colo.


Aposta no nome
Há no PMDB quem aposte que o Márcio será o nome da sigla ao Senado, num acordo com Vagner Sales. Principalmente, depois da sua frase à coluna: “desses candidatos da oposição que estão ai o único que eu poderia apoiar seria o Márcio Bittar”. O que não deixa de ser uma fresta aberta na porta do Senado. Estamos perto de saber como se dará este desfecho.


Conversa para boi dormir
Quem conhece o Márcio Bittar (PSDB) e sua ambição política por ser candidato a senador jamais vai engolir que quer entrar no PMDB para ser mais um “soldado” do partido. Conversa para boi dormir. Bittar e Vagner são muito próximos politicamente, a sua mulher Antonia Sales foi a vice na chapa do Márcio Bittar ao governo. Não duvido nem um pouco que, se acertem.


Nada de vice
Sobre a questão da indicação do vice na chapa do senador Gladson Cameli (PP), o ex-prefeito Vagner Sales descarta que a indicação pode ser de alguém do PMDB. Não vejo por ai, disse. “Vice não pode ser um jovem, tem que ser alguém maduro, com experiência, que possa orientar o Gladson no governo. Uma chapa não pode ter de modo alguma dois jovens”, pontua.


Bocalon vê cheiro de trama
O ex-prefeito Tião Bocalon (DEM) vê os arranjos políticos envolvendo Márcio Bittar, PP e PMDB, como um golpe, uma trama contra a sua candidatura a senador, com objetivo de lhe isolar. Bocalon diz que, independente do cenário, manterá a sua candidatura de senador.


Falta experiência administrativa
Perguntei a uma das figuras de proa do PMDB, se procedia a hipótese do vereador Roberto Duarte (PMDB) ser o vice do senador Gladson Cameli (PP), ouvi o seguinte: “sem chance, tem qualidade, é novo, e não tem experiência administrativa”. E nada mais disse e nem lhe foi perguntado.


Vai virar manchete nacional
A Lei da Magistratura, que está no Congresso, com todas as mordomias que estão embutidas, dificilmente, será aprovada no texto original. É o que ouço de políticos da bancada federal. Alguns pontos que beneficiam parentes, segundo estes políticos, vão virar manchete nacional.


Alas para as mulheres
Ontem foi o lançamento da pré-candidatura da vice-governadora Nazaré Araújo ao governo, numa festa promovida pelo movimento das mulheres petistas, evento que foi muito prestigiado. Nazaré é uma figura querida, competente, simpática e com larga experiência em gestão. É um dos nomes do PT ao governo.


Brasiléia será o palco
O próximo ato que vai reunir os quatro pré-candidatos ao governo da FPA está sendo programado pela direção do PT para Brasiléia. Será o segundo de uma série. O primeiro aconteceu em Cruzeiro do Sul, abrangendo a região do Juruá.


Tirariam quem?
César Messias (PSB), Sibá Machado (PT), Perpétua Almeida (PCdoB), Léo de Brito (PT) e Raimundo Angelim (PT). São os nomes mais fortes para a Câmara Federal pela FPA. Na hipótese provável da FPA eleger só quatro deputados federais, quem sobraria dos cinco?


Candidatura estruturada
A candidatura a deputado federal do presidente do BASA, Marivaldo Melo, está mantida pelo PSD, é o que garante a direção da sigla. Será o único nome do PSD para Federal e para quem o partido trabalhará unido. Como o PSD é estruturado em todos os municípios se torna forte.


Batalha dos salmos
A briga pelo comando da Assembléia de Deus está acirrada entre o candidato do Pastor Luiz Gonzaga, o Pastor Abraão; e o Pastor Pedro Abreu, que é o atual presidente. O que se pode dizer? Que não será nada fácil derrotar o grupo do Pastor Pedro Abreu, que é articulado.


De cabeça na campanha
Quem está de cabeça na campanha do Pastor Abraão é o deputado Eber Machado (PSDC), que hoje freqüenta a Assembléia de Deus e é bastante ligado ao grupo do Pastor Luiz Gonzaga.


Judicialização da política
Os políticos costumam atacar o Judiciário sob o argumento que “judicializou” a atividade política. Concordo com a crítica. Um exemplo: como é que uma decisão monocrática de um ministro do STF tem o poder de tirar um senador do mandato? Onde está escrito? Nem no Almanaque Capivarol. Pelo que sei a Constituição Federal não mudou no ponto das garantias do mandato. Mas a culpa de tudo isso é de um Congresso fraco, em que qualquer decisão que tome, sempre tem alguém recorrendo à justiça. Ainda bem que, no caso do senador Aécio Neves (PSDB) e do senador Renam Calheiros (PMDB) duas Liminares absurdas de afastamento não foram acatadas. Uma foi reformada. E o ministro Marco Aurélio deu um basta ao retornar Aécio Neves ao seu mandato. Em bom tempo. Ou daqui a pouco o deputado federal ou senador teria que pedir autorização do STF para fazer discurso na tribuna. Os Poderes da República são harmônicos sim, mas independente entre si. É o que diz a Carta Magna do Brasil.


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