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Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais já se renderam às crises e o Acre continua resistindo.

Se uma corrente começa a se romper a partir dos seus elos mais fracos, em relação às crises que os nossos entes federados – Estados e municípios – estão enfrentando, em particular, a de natureza financeira, o Acre heroicamente vem resistindo. Daí à pergunta que não pode calar: qual a química, a engenharia ou a mágica que o governador Tião Viana tem feito para manter a máquina pública do nosso Estado em razoável funcionamento, inclusive pagando regularmente os salários dos seus funcionários? A pergunta faz sentido, porquanto vários Estados e centenas de municípios do nosso país já anunciaram que fecharão o ano/2016 sem cumprir com esta que vem ser a mais elementar entre às suas obrigações.

Se as nossas unidades federadas, algumas delas potencialmente poderosas, tanto política quanto economicamente, já se declararam em Estado de calamidade financeira, a exemplo do que já aconteceu com Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, vê-se, portanto, quão grave é a crise que enfrentam, mormente, quando a “mamãe união” encontra-se sem condições de socorrê-los.

Se não exemplarmente, porquanto nenhum dos nossos Estados está  vivendo financeiramente em condições exemplar, ainda bem que o Estado do Acre e a prefeitura de Rio Branco ainda não emitiram sinais que seguirão as pegadas dos Estados que já se declararam em estado de calamidade financeira. Neste particular, tanto o governador Tião Viana quanto o prefeito Marcos Alexandre estão dando conta do recado. Bingo!

Entretanto, se nossas crises se aprofundarem, embora não sejamos mais tão dependentes das transferências de recursos federais quanto no passado, ainda assim o tesouro acreano continuará dependendo da fatia que lhes cabe quando da repartição do nosso bolo tributário nacional, e este por sua vez depende do crescimento econômico do nosso país, tarefa esta que depende, fundamentalmente, das ações e do desempenho do governo federal. Até porque, se não houver crescimento econômico, 2017 será pior do que 2016. Disto não tenhamos a menor dúvida.

Se este ano foi terrivelmente ruim para todos os nossos entes federados, se dele sairmos são e salvos, o governador Tião Viana terá feito por merecer os melhores elogios, e quando voltar a pousar com os governadores dos demais Estados para tratar das crises dos Estados, ele terá muito a ensinar aos seus colegas e um lugar destacado em suas fotos.

Em tempo: só este ano, em relação ao ano de 2015, apenas com as receitas previstas do  FPE_Fundo de Participação dos Estados o orçamento do nosso Estado teve suas receitas subtraídas em meio bilhão de reais.

Se para nós, acreanos, 2016 não foi o ano da realização dos nossos sonhos, ainda não foi o ano dos nossos pesadelos.

 

 

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