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Acre é o quarto Estado do Brasil com maior número de residências sem rendimento mensal

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O Estado do Acre é o quarto do país com o maior número de residências que declararam não ter rendimento nenhum. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas [IBGE]. A federação acreana perde apenas para os estados de Roraima [1º], Maranhão [2º] e Amazonas [3º]. A radiografia dessa população de 13.850 famílias mostra que quanto mais isolado, mais miserável é a situação dos municípios do Acre.

Santa Rosa do Purus, por exemplo, além de ser campeã na classe de rendimento mensal nominal de famílias sem renda própria, ocupa ainda o 13º lugar entre os 200 municípios mais pobres do Brasil. Isolados: Santa Rosa, Jordão, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo, ajudam elevar o índice de famílias sem rendimento no Acre [7,26%] para média acima da região norte, que é de 6,49.

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Os números do censo do IBGE mostram que no outro extremo do Estado, em Assis Brasil, vivem mais 16,50% de acreanos sem rendimentos. Esse percentual é com relação a 1.539 residências pesquisadas. Na cidade localizada na tríplice fronteira, 304 famílias vivem com apenas ¼ do salário mínimo. Outras 254 residências declararam não ter renda própria.

Dos cinco municípios mais pobres do Acre, quatro deles são administrados por prefeitos do PT: José Brasil [Santa Rosa], Hilário de Holanda [Jordão], Neuzari Pinheiro [Porto Walter] e Maria Eliane Gadelha Cariús [Assis Brasil].

Na região central do Estado, o município de Feijó, administrado pelo prefeito tucano, Dindim Pinheiro, também aparece entre os que possuem mais residências sem renda própria. 15,59% da população declararam não ter rendimento. Proporcionalmente a cidade aparece entre as que apresentam maior número de famílias em situação de miséria: 1.097 residências estão no mapa da fome.

Em Rio Branco, das 94 mil residências particulares permanentes, 4.285 estão sem rendimentos, o que corresponde a 4,55% desse universo. A categoria sem rendimentos inclui as pessoas com rendimento domiciliar per capita nominal mensal somente em benefícios. O salário mínimo avaliado foi de R$ 510.

Jairo Carioca, da redação de ac24horas – Rio Branco, Acre

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